sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Paris mon amour!
Na Sexta-feira da semana passada saí do laboratório às 16h30 para apanhar o TGV (Thalys aqui para os Holandeses)em Haia às 17h36. Tudo parecia estar a correr bem, ir a Paris pela primeira vez na minha vida, ver a família que tenho em Paris ia ser o fim -de- semana perfeito. Mas o comboio onde ia parou numa estação e entretanto não arrancava da estação, os minutos a passarem e eu a ficar cada vez mais impaciente e no meio de uma multidão de pessoas dentro do comboio, tudo porque havia um problema qualquer com um comboio numa cidade próxima. Entretanto o comboio arrancou às 17h35 dessa estação e cheguei à estação às 17h38 corri o mais rápido que pude para a plataforma do comboio e quando lá cheguei, nada nem sinal de comboio. Desci para o balcão dos bilhetes internacionais para saber sobre o comboio e mudar o bilhete para o fim de semana seguinte, estava mesmo imensamente desanimado quase me apetecia chorar. Começei a falar com a funcionária da estação, para trocar o bilhete, quando surgiu uma voz no sistema de som da estação mas não prestei qualquer atenção porque a voz falava em holandês, então a funcionária disse-me que o comboio tinha acabado de chegar corri mais uma vez que nem um desalmado para a plataforma e vi o belo comboio como que a dizer-me vens ou não, estou à tua espera.
Entrei no comboio e fui o caminho todo a falar com o rapaz que estava ao meu lado, o Nábile um francês muito simpático que curiosamente vive e trabalha em Leiden, o que tornou a viagem muito mais rápida.
Cheguei a Paris, e fui caminhando para ver se via o Jorge (primo em 1º grau da minha mãe), até que ouvi uma voz a dizer "Ó Tananas!" era o Jorge. Lá fomos de carro até Mantes e fomos falando de tudo um pouco, é claro que falámos do nosso Benfica! Chegámos a casa dele e a Manuela (mulher do Jorge) tinha uma bela sopa à nossa espera. Depois de falarmos muito tempo lá fomos todos dormir.
Acordei no dia seguinte e fui com o Jorge à parte histórica de Mantes, realmente era como imaginava uma cidade francesa típica. Vi a Catedral e entrámos numa padaria, que saudades daquele cheiro tão bom do pão quentinho porque nos Países Baixos só se come pão de forma! Almoçámos e à tarde lá fomos ao centro de Paris. Estacionámos o carro numa rua perto dos Campos Elísios e fomos direitos ao Arco do Triunfo, muito bonito e com uma altura enorme, maior do que eu pensava pelo que sempre vi nas fotos. Está cravejado de nomes de soldados franceses mortos em combate e em frente tem uma chama sempre acessa de homenagem ao soldado desconhecido. Percorrémos os Campos Elísios até ao fim e fomos passando por lojas super luxuosas como a Cartier, nunca me senti tão pobre em toda a minha vida ao ver os preços daquelas coisas todas, passámos pelo Fouquets que é provavelmente o restaurante mais luxuoso de França onde uma cerveja normal custa 15 euros e o prato principal qualquer coisa como 150 euros! Passámos pelo Petit Palais, pelo Grand Palais, pelo centro de artes nacionais, pela lindíssima ponte Alexandre III, estivémos um pouco no Miserábles que é um jardim lindíssimo no centro de Paris, caminhámos ao longo do rio Sena e chegámos à magnética Torre Eiffel, que altura que tem!É mesmo muito alta e a forma como está construída é qualquer coisa de fantástico. Esperámos cerca de uma hora na fila e lá chegámos ao elevador e a essa hora as luzes já estavam ligadas. Chegámos ao 2ºandar e utilizando uma expressão bem portuguesa "Estava um frio do caraças". A vista é lindíssima de toda a cidade, e as pessoas parecem pequenos pontos lá em baixo. Descemos a torre Eiffel de elevador e vi a beleza daquele monumento todo iluminado, passámos uma ponte que passa por cima do túnel onde morreu a princesa Diana e ao olhar para trás vi uma das coisas mais bonitas em toda minha vida, a torre Eiffel toda iluminada e com umas luzes azuis intermitentes, naquele momento estava todo arrepiado quase que me apetecia chorar por ver algo tão bonito assim. Regressámos a Mantes mas antes passámos pela rotunda onde está o Arco do Triunfo, que confusão os carros estão todos a poucos centímetros de baterem uns contra os outros, aquilo parecia aquela confusão típica de quando andamos de carros de choque. Jantámos, vimos o Benfica ganhar 3-1 à Académica e fomos dormir.
No dia seguinte almoçei com toda a família do Jorge e com a Natálie (prima da minha mãe e afilhada) e com o marido, o Franque. Fartei-me de comer e foi muito agradável, fartámo-nos de rir e de falar. Fomos até à estação de Paris Nord, despedi-me não sem antes agradecer a hospitalidade pois o Jorge, a Manuela e os filhos (Sandra e Alexandre) trataram-me de forma espetacular. Esqueci-me de dizer que de manhã fomos à praça e aquilo estava cheio de portugueses, que sensação agradável.
Tive de trocar de comboio em Bruxelas e posso dizer que a estação é uma vergonha para a capital da União Europeia as informações dos comboios são em Francês ou Holândes (Flamengo) foi uma bocado difícil descobrir a plataforma correcta até porque a funcionária confudiu em Inglês vinte com doze e disse-me o número errado, mas nada como parar para pensar um pouco.
Cheguei a Leiden às 22h30 completamente estoirado, arrumei as minhas coisas e fui dormir.
Foi uma viagem que me fez ficar fascinado com Paris, apesar de precisar de visitar muitas mais coisas em Paris.
Entrei no comboio e fui o caminho todo a falar com o rapaz que estava ao meu lado, o Nábile um francês muito simpático que curiosamente vive e trabalha em Leiden, o que tornou a viagem muito mais rápida.
Cheguei a Paris, e fui caminhando para ver se via o Jorge (primo em 1º grau da minha mãe), até que ouvi uma voz a dizer "Ó Tananas!" era o Jorge. Lá fomos de carro até Mantes e fomos falando de tudo um pouco, é claro que falámos do nosso Benfica! Chegámos a casa dele e a Manuela (mulher do Jorge) tinha uma bela sopa à nossa espera. Depois de falarmos muito tempo lá fomos todos dormir.
Acordei no dia seguinte e fui com o Jorge à parte histórica de Mantes, realmente era como imaginava uma cidade francesa típica. Vi a Catedral e entrámos numa padaria, que saudades daquele cheiro tão bom do pão quentinho porque nos Países Baixos só se come pão de forma! Almoçámos e à tarde lá fomos ao centro de Paris. Estacionámos o carro numa rua perto dos Campos Elísios e fomos direitos ao Arco do Triunfo, muito bonito e com uma altura enorme, maior do que eu pensava pelo que sempre vi nas fotos. Está cravejado de nomes de soldados franceses mortos em combate e em frente tem uma chama sempre acessa de homenagem ao soldado desconhecido. Percorrémos os Campos Elísios até ao fim e fomos passando por lojas super luxuosas como a Cartier, nunca me senti tão pobre em toda a minha vida ao ver os preços daquelas coisas todas, passámos pelo Fouquets que é provavelmente o restaurante mais luxuoso de França onde uma cerveja normal custa 15 euros e o prato principal qualquer coisa como 150 euros! Passámos pelo Petit Palais, pelo Grand Palais, pelo centro de artes nacionais, pela lindíssima ponte Alexandre III, estivémos um pouco no Miserábles que é um jardim lindíssimo no centro de Paris, caminhámos ao longo do rio Sena e chegámos à magnética Torre Eiffel, que altura que tem!É mesmo muito alta e a forma como está construída é qualquer coisa de fantástico. Esperámos cerca de uma hora na fila e lá chegámos ao elevador e a essa hora as luzes já estavam ligadas. Chegámos ao 2ºandar e utilizando uma expressão bem portuguesa "Estava um frio do caraças". A vista é lindíssima de toda a cidade, e as pessoas parecem pequenos pontos lá em baixo. Descemos a torre Eiffel de elevador e vi a beleza daquele monumento todo iluminado, passámos uma ponte que passa por cima do túnel onde morreu a princesa Diana e ao olhar para trás vi uma das coisas mais bonitas em toda minha vida, a torre Eiffel toda iluminada e com umas luzes azuis intermitentes, naquele momento estava todo arrepiado quase que me apetecia chorar por ver algo tão bonito assim. Regressámos a Mantes mas antes passámos pela rotunda onde está o Arco do Triunfo, que confusão os carros estão todos a poucos centímetros de baterem uns contra os outros, aquilo parecia aquela confusão típica de quando andamos de carros de choque. Jantámos, vimos o Benfica ganhar 3-1 à Académica e fomos dormir.
No dia seguinte almoçei com toda a família do Jorge e com a Natálie (prima da minha mãe e afilhada) e com o marido, o Franque. Fartei-me de comer e foi muito agradável, fartámo-nos de rir e de falar. Fomos até à estação de Paris Nord, despedi-me não sem antes agradecer a hospitalidade pois o Jorge, a Manuela e os filhos (Sandra e Alexandre) trataram-me de forma espetacular. Esqueci-me de dizer que de manhã fomos à praça e aquilo estava cheio de portugueses, que sensação agradável.
Tive de trocar de comboio em Bruxelas e posso dizer que a estação é uma vergonha para a capital da União Europeia as informações dos comboios são em Francês ou Holândes (Flamengo) foi uma bocado difícil descobrir a plataforma correcta até porque a funcionária confudiu em Inglês vinte com doze e disse-me o número errado, mas nada como parar para pensar um pouco.
Cheguei a Leiden às 22h30 completamente estoirado, arrumei as minhas coisas e fui dormir.
Foi uma viagem que me fez ficar fascinado com Paris, apesar de precisar de visitar muitas mais coisas em Paris.
De volta à blogosfera
Após algum tempo sem escrever no meu blogue, volto a fazê-lo depois de uma semana de muito trabalho. Na 5ª feira fiz uma apresentação de um artigo científico que me deu imenso trabalho mas agora tenho outra vez tempo para fazer diferentes actividades. Tenho muita coisa para escrever, é caso para dizer "novidades iradas, fique ligado".
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